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Mandalas terapêuticas: uma bússola para profissionais em transição de carreira




Recurso da arteterapia tem sido ponto de apoio e caminho de descoberta para quem quer construir uma vida com mais sentido, incluindo as relações com o trabalho

A pandemia do novo coronavírus e as medidas de isolamento social desencadearam transformações significativas nas relações pessoais, econômicas e profissionais. Com isso, quase todo mundo precisou, em maior ou menor grau, reavaliar escolhas, prioridades e objetivos.

Na opinião da arteterapeuta Myrian Romero, coordenadora do Centro Internacional de Mandala, Arte e Simbolismo (Ceimas) e especialista em Psicologia Transpessoal e Gestão Emocional nas Organizações, a pandemia obrigou as pessoas a olhar para dentro de si mesmas e a refletir sobre o que realmente importa e, com isso, surge o desejo de construir uma vida com mais sentido, incluindo as relações com o trabalho. 

Uma pesquisa, realizada recentemente pela empresa Kaspersky, revelou que cerca de 53% dos profissionais brasileiros consideram mudar de emprego nos próximos meses. Outros estudos também indicaram que a maioria dos brasileiros chegou a repensar suas carreiras profissionais durante a pandemia.

Essa tendência pode ser resultado do aumento de ofertas de emprego em alguns setores por conta da retomada econômica, mas também do desejo de experimentar algo novo no pós-pandemia. 

Contribuição das mandalas terapêuticas

Muitas pessoas, por meio de suas mandalas terapêuticas, que são desenhos livres, criados dentro de um círculo com diferentes formas, cores e símbolos, têm revelado a vontade de buscar mudanças na carreira ou na relação com o trabalho.

Essa vontade ou a necessidade real de transição é expressa normalmente em mandalas que sugerem muito movimento, com grande variação de cores. “Por outro lado, também podemos reconhecer o sentimento temporário de estagnação ou desânimo representado por meio de cores muito leves e neutras em alguns padrões específicos de desenho”, explica Myrian Romero. 

Uma de suas clientes, com uma sólida trajetória profissional e que atuava numa organização durante anos, começou a expressar pelas mandalas o desejo de trabalhar com mais criatividade, liberdade e o sentimento de “quero outra coisa”.

“Após um período de elaboração do desejo relevado, ela optou por iniciar uma nova formação, retornando inclusive à faculdade”, conta a especialista.

A especialista explica que, com o uso da técnica da mandala terapêutica, que funciona como uma ponte para o inconsciente, os insights e as saídas criativas para as questões profissionais não surgem somente de um processo racional, que costuma frustrar as expectativas em 90% dos casos.

“As descobertas surgem de uma interconexão de razão, intuição, sensação e sentimento. Desta forma, geralmente, são mais autênticas, contam mais sobre o que as pessoas são e desejam de fato”, destaca.

Em outro caso, uma advogada foi se dando conta, com a ajuda das mandalas terapêuticas, de estar vivendo um desconforto considerável, uma sensação de aprisionamento em sua carreira. “Por meio da compreensão do que o próprio inconsciente foi revelando, ela percebeu que o ponto a ser elaborado era o ritmo com que se relacionava com o trabalho e não o trabalho em si”, explica Myrian Romero.

Segundo a arteterapeuta, a linguagem não-verbal dessa técnica facilita a manifestação de sentimentos e emoções que, muitas vezes, o indivíduo não consegue acessar e muito menos manifestar em palavras. “Apesar de se sentirem algumas vezes desconfortáveis ou até inseguros com o que está por vir, os indivíduos desenvolvem uma capacidade incrível de enxergar seus desejos, necessidades, desafios e talentos. Assim, se sentem encorajados a buscar por algo mais alinhado aos seus interesses e propósitos de vida”, finaliza.

Para saber mais sobre o uso das mandalas terapêuticas em momentos de transição, confira o vídeo 


https://www.youtube.com/watch?v=TxqjFqDj44E&feature=youtu.be
 

Animais de apoio são suporte emocional e ajudam na depressão





Foram inúmeros os impactos gerados pela pela Covid-19 e um deles foi sentido diretamente na saúde mental, que teve uma piora de 53% entre os brasileiros, segundo uma pesquisa divulgada pelo portal de notícias BBC. Paralelo a este aumento e por consequência dele, a adoção de pets subiu mais de 10% no país. 

Com o isolamento social, muitos brasileiros foram em busca de pets para suprir a solidão. De acordo Fernanda Rabaglio, CEO da Matilha Brasil, empresa especializada em marketing de influência pet, ter um animal de estimação passou a ser uma opção para quem não tinha tempo e, com a pandemia passou a estar mais em casa, como também para quem sentia falta de uma companhia durante o home office, por exemplo. 

“Ter um pet pode ser um modo de ter apoio emocional para trabalhar equilíbrio, redução de ansiedade e tratamento de depressão, por exemplo. Isso acontece por vários motivos, mas sobretudo, porque o pet te desvia de focos de stress como, trabalho, estudo, pandemia e finanças”, comenta Fernanda, que tem uma rotina diária com seus pets e afirma que seu cão de apoio emocional foi fundamental para os cuidados da sua saúde mental. 

Animais de apoio 

Um animal de estimação, como ressalta Fernanda, desvia focos de stress e auxilia na saúde mental do tutor, já o animal de apoio emocional vai além disso, ele precisa da sensibilidade e percepção do seu tutor em uma conexão muito profunda de conhecimento recíproco, além de um adestramento básico para convívio em sociedade, que conta com dessensibilização de estímulos a possíveis sustos e situações de stress. 

Um pet de apoio emocional pode ser suporte em vários momentos, a depender das necessidades de cada um. “Há pessoas que têm pânico de visitar lugares novos sozinhas ou com muita gente, como no centro da cidade. Nestes casos, o cão é suporte em companhia, faz a pessoa não se sentir sozinha e dá conforto, abrindo caminho, guiando e transmitindo boas energias”, observa a CEO. 

Sendo assim, a escolha do animal de apoio emocional é relativa e deve estar diretamente relacionada ao dia a dia de cada um. No Brasil, usualmente, usa-se o cão como animal de apoio emocional por ser uma espécie que é facilmente treinada para convívio em sociedade. Contudo, a escolha vai muito além da facilidade de adestramento. “Um pet de apoio passa pela necessidade de ser um animal que agrade o tutor. Sendo assim, se o objetivo é ser um apoio emocional e a pessoa tem medo de gatos, não faz sentido adotar um”, conclui Fernanda. 

Dasa anuncia estudo para investigar papel da imunidade celular contra Covid-19



A Dasa, maior rede de saúde integrada do país, e o Hospital Santa Paula, de São Paulo (SP), anunciam um estudo exploratório para investigar o papel da imunidade celular na evolução da infecção pelo SARS-CoV-2. 

Liderada pelas infectologistas Lígia Pierrotti, da Dasa, e Cristhieni Rodrigues, do Hospital Santa Paula, a pesquisa avaliará o impacto da imunidade celular em 50 pacientes com diagnóstico de Covid-19, que apresentam os principais desfechos da doença: entrada em unidade de terapia intensiva, necessidade da ventilação mecânica e óbito. 

O estudo será feito pelo teste QuantiFERON, que avalia a resposta celular específica ao SARS-CoV2, semelhante aos testes já utilizados na rotina clínica para Tuberculose e Citomegalovirus. A partir da observação do perfil e da intensidade da imunidade celular de cada participante, as pesquisadoras vão correlacionar este dado com o prognóstico e desfecho de cada paciente. Lígia Pierrotti explica que o objetivo é identificar possíveis marcadores da imunidade celular com melhor ou pior evolução dos pacientes.  

O grande desafio é justamente identificar quem são os pacientes com potencial de desenvolver a Covid-19 de forma mais grave. Isso porque a grande maioria dos portadores da doença evoluem sem complicações e, mesmo entre os hospitalizados, há uma prevalência alta daqueles que não precisarão de terapia com oxigênio, ou que precisam, mas não terão a necessidade de serem internado em UTI. Apenas uma minoria dos contaminados evolui para as formas mais graves da Covid-19 e óbito. Com a pesquisa, a proposta é ajudar a responder, por meio da análise de imunidade celular, o que distingue esses pacientes.   

Também no contexto da imunidade celular, a Dasa, em parceria com a Unifesp, está desenhando uma pesquisa que visa responder qual é o papel da imunidade celular pós-vacina contra Covid-19. Como essa imunidade ocorre e como é possível quantificá-la também serão metas do projeto que está em delineamento entre as duas Instituições. 

Quais são os riscos de uma gravidez no cenário de 2021?



Ministério da Saúde recomenda adiar possíveis planos de gestação

O início da pandemia em 2020 interrompeu o planejamento na vida de muitos brasileiros. Grande parte dos casais que gostariam de aumentar a família no ano passado em especial, tiveram que adiar seus planos com a esperança de que o clima de incerteza terminasse com a chegada de 2021. Porém, ele permanece.

Com as novas variantes do coronavírus no Brasil, na última semana o Ministério da Saúde aconselhou a população que, caso pudessem, evitassem uma gestação no momento. “Tanto a gestação, quanto os primeiros meses pós-parto são naturalmente períodos delicados, que podem ter seus riscos agravados pelo vírus”, esclarece Doutor Fernando Prado, ginecologista e obstetra especializado em reprodução assistida da Clínica Neo Vita.

O especialista explica que infecções respiratórias podem ser mais sérias a partir do segundo trimestre de gestação, devido à pressão aplicada pelo útero nos pulmões e a mulher também tem o sistema imunológico mais sobrecarregado na gravidez. Além disso, os riscos de trombose, que já são maiores durante a gravidez, duplicam com a doença.

A sobrecarga do sistema de saúde também deve ser considerada. Segundo dados do Observatório Obstétrico da Covid-19, apenas 1 em cada 5 mulheres gestantes com o vírus conseguiu acesso a UTI desde o começo da pandemia no país. Até julho de 2020 o Brasil registrou 77% das mortes de gestantes e puérperas pelo coronavírus no mundo, segundo estudo realizado por instituições públicas e divulgado pelo periódico médico International Journal of Gynecology and Obstetrics.

“O grande problema é a falta de dados que podemos dar aos pacientes. Existem diversos estudos sendo realizados no momento sobre como o vírus se comporta em relação à gestante e ao bebê, mas nada concreto”, complementa o especialista.

De qualquer maneira, com os cuidados e recomendações médicas sendo seguidos à risca, foi possível para muitas mulheres terem seus bebês tranquilamente durante a pandemia. Mas, doutor Fernando Prado acredita que não há nada de errado em não querer correr riscos em um momento como este. “Se você está numa idade fértil, entre os 20 e 35 anos, não é errado esperar que a situação se estabilize. Há opções para adiar a maternidade sem prejudicar as chances futuras”, enfatiza.

Agora, para quem está se aproximando do fim deste período ou não pode esperar, há sempre a possibilidade de congelar os óvulos para pensar numa gravidez futura em um período menos conturbado, sem interferir nos níveis de fertilidade existentes agora. Segundo o IBGE, a procura pelo procedimento vem aumentando até antes da pandemia. Neste último ano, doutor Prado informa que na clínica em que atua houve um aumento de 30% na busca pelo congelamento de óvulos e embriões.

“No final, acredito que o mais importante é estar confortável com a sua decisão. Por isso, converse com seu médico e família para juntos considerarem todas as opções para que a melhor decisão seja tomada”, finaliza.

 

Fernando Prado - Médico ginecologista e obstetra, especialista em reprodução humana, doutor pelo Imperial College London e pela Universidade Federal de São Paulo, diretor técnico da Neo Vita e diretor do setor de embriologia do Labforlife.


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Usar máscara salva vidas!


Confira alguns modelos lançamentos da Lalalu para enfrentar essa pandemia o mais seguro possível.

O uso de máscaras se tornou um dos maiores aliados no combate contra o novo coronavírus, doença que vem assolando a nossa população, isso porque o Covid-19 é transmitido, principalmente, por gotículas de saliva contaminadas que acabam sendo levadas pelas mãos à algumas partes do corpo, como boca, nariz e olhos, por exemplo.
Desse modo, em um primeiro momento, as máscaras eram para uso exclusivo de pessoas infectadas, para evitar a contaminação involuntária. Porém, nas últimas semanas os órgaos oficiais da saúde orientaram para que todos, quando precisarem sair às ruas, utilizem máscaras para se proteger, visto que uma parte das pessoas contaminadas são assintomáticas, ou seja, não apresentam sintoma nenhum da doença! 
E é justamente por isso que o uso correto desse simples acessório pode salvar vidas.
Lalalu resolveu entrar nesse combate e começou a produzir algumas máscaras que atualmente estão sendo vendidas em fármacias, drogárias e lojas on-line de cosméticos.


O mercado de Beleza em Tempos de Quarentena - Beauty4Talk

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Confira abaixo a programação e já clica no link de inscrição AQUI

Dia 17 de maio: De Maquiador a Enfermeiro: Cenário Realista da Pandemia no Brasil

Conheça a história do Adauto Brandolise, profissional de Beleza que voltou para enfermagem está na linha de frente em hospital de campanha em SP 

Dia 18 de maio: Transição de carreira pós quarentena: Descubra quais são as Melhores Oportunidades no Mercado da Beleza 

Dia 19 de maio: Transformação Digital dos Profissionais de Beleza: O que você está perdendo por não usar as estratégias de Marketing Digital 

Dia 20 de maio: Sanidade Mental em Tempos de Isolamento 

Dia 21 de maio: Maquiagem aliada as máscaras de de proteção 

Dia 22 de maio: Criatividade e Inovação durante o Isolamento 

Dia 23 de maio: Biossegurança para profissionais de beleza










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Coronavírus pode causar conjuntivite


Academia Americana de Oftalmologia atualiza dados e faz alerta
Conhecido por causar sintomas parecidos com os da gripe, doenças respiratórias incluindo tosse e falta de ar e, nos casos mais graves, pneumonia, dados mais recentes da Academia Americana de Oftalmologia apontam que o coronavírus também pode causar conjuntivite. 
Recentemente o Journal Medical Virology fez um estudo e apontou que dos 30 pacientes infectados pelo COVID-19 na China, 1 apresentou conjuntivite. “Este paciente tinha também o vírus SARS-CoV -2 em suas secreções oculares que deixa claro para nós que pode sim infectar a conjuntiva e causar conjuntivite”, explica o oftalmologista especialista em oculoplástica André Borba.
O contágio possivelmente acontece com o contato com a conjuntiva do olho, uma membrana que reveste a parte posterior da pálpebra e que tem a função de proteger o olho de corpos estranhos.
Outro estudo, desta vez do New England Journal of Medicine, os pesquisadores documentaram "congestão conjuntival" em 9 dos 1.099 pacientes (0,8%) com COVID-19 confirmado em laboratório em 30 hospitais da China.
Cuidados básicos como higienização das mãos, mas também de ambientes ainda é a recomendação. “Embora o índice de letalidade não seja impressionante. Casos globais: 90.870 -atualizado em 3 de março de 2020; fonte: OMS – com um total de mortes de 3.112 em 72 países diferentes, é importante monitorar e prevenir”, conclui Borba.

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