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10 curiosidades sobre o crânio e o cérebro que irão te surpreender


Ainda estamos longe de conhecer todo o mistério que envolve a interligação do cérebro com o nosso organismo como um todo, mas já temos importantes achados. Confira a lista abaixo elaborada pelo pesquisador e diretor científico da brain4care, Gustavo Frigieri: 

  1. O nosso cérebro pesa mais ou menos 1,5kg. Cerca de 75% de sua massa total é composta por água. O seu peso representa de 2% a 3% da massa corporal e consome cerca de 20% do nosso oxigênio e de 15% a 20% da glicose.
  1. O cérebro tem cerca de 100 bilhões de células nervosas. Além disso, possui mais conexões do que o número de estrelas em nossa galáxia. Ele  pode arquivar o equivalente a 1mil terabytes de informações. Somos ainda capazes de escanear e processar imagens complexas em até 13 milissegundos. Só para se ter uma ideia, as redes neurais artificiais (RNAs), modelos computacionais inspirados pelo sistema nervoso central, precisam de 40 minutos para processar o que o cérebro leva apenas um segundo. 
  1. Nosso cérebro pulsa. Isso acontece quando o coração bate e envia o fluxo de sangue carregado de nutrientes para todo o organismo, inclusive o cérebro. Neste exato momento, o cérebro pulsa. E o mais importante: na presença de algumas doenças esse pulso se comporta de modo diferente, indicando que pode ser a hora de investigar mais sobre a saúde do paciente. A Covid-19, por exemplo, muda a forma de como o fluxo sanguíneo chega ao cérebro.
  1. A caixa craniana é expansível. Desde mais de 200 anos atrás, a medicina acreditava que o crânio era totalmente rígido e que o aumento no volume de um de seus componentes (cérebro, sangue e líquido cerebroespinhal) implicaria na diminuição do volume dos outros. Porém, descobertas recentes indicaram que o crânio é capaz de se expandir para acomodar mudanças nesse volume interno. Essa capacidade de ajuste é chamada de complacência intracraniana e seu comprometimento pode levar a um aumento da pressão intracraniana.
  1. Pressão arterial alta pode afetar o cérebro. Quando o coração bate e leva o sangue para o cérebro, se a pressão arterial estiver alta, a força dessa onda pode resultar em hipertensão intracraniana e causar dores de cabeça frequentes, às vezes acompanhadas de náuseas, visão turva e ruídos dentro da cabeça. A hipertensão intracraniana também pode provocar acidentes vasculares cerebrais (AVC), também conhecidos como "derrame".
  1. A obesidade pode trazer complicações para o cérebro. Isso porque o excesso de gordura abdominal comprime as veias da região, prejudicando o retorno do sangue venoso do cérebro para as outras partes do organismo. Esse fato já eraprevisto, mas apenas com o monitoramento não invasivo foi possível observá- 
  1. Doenças como síndrome renal interferem na saúde do cérebro. Pesquisas recentes indicaram que pacientes com síndrome renal em estágios mais graves tinham a complacência intracraniana comprometida. Após o tratamento desses pacientes com hemodiálise, a complacência retornou a um estado normal. Isso é uma importante pista para entender como a o cérebro pode ser afetado pelas mais diversas doenças e como monitorá-lo é essencial para garantir que não surjam mais complicações para um paciente.
  1. Acordando um paciente em coma induzido. Com o monitoramento não invasivo do crânio, o médico pode saber com mais segurança se já está no momento de “acordar” esse paciente. Para isso, ele checa se a complacência intracranianaestá normal. Antes, o médico contava apenas com a avaliação do estado clínico do paciente para tomar a decisão. 
  1. Pulmão artificial é calibrado pelo cérebro.O ECMO (sigla em inglês para “Oxigenação por Membrana Extracorpórea), ou “pulmão artificial”, tornou-se mais conhecido no Brasil recentemente quando foi utilizado no tratamento do ator Paulo Gustavo, uma das vítimas da Covid-19. A técnica substitui as funções do pulmão quando necessário. Durante esse tratamento, o volume de sangue na máquina e no corpo precisa estar equilibrado. Para isso, a equipe de especialistas observa sinais do paciente, como temperatura, frequência cardíaca e pressão arterial. Com o monitoramento não invasivo do cérebro, os médicos passaram a acompanhar também a complacência intracraniana e a calibrar com mais segurança a máquina. 
  1. É possível monitorar o crânio de forma não invasiva e confiável. Até pouco tempo atrás só era possível monitorar a pressão intracraniana (PIC) com métodos invasivos. Aliás, a monitorização invasiva intraventricular é considerada padrão ouro para essa checagem, mas ela está relacionada a inúmeras complicações. Mais recentemente, métodos não invasivos de monitorização da complacência intracraniana têm sido utilizados com sucesso para avaliar a saúde do cérebro, mostrando que a complacência intracraniana tem relação direta com a PIC e pode até ser um meio mais eficaz para esta avaliação.

Dasa anuncia estudo para investigar papel da imunidade celular contra Covid-19



A Dasa, maior rede de saúde integrada do país, e o Hospital Santa Paula, de São Paulo (SP), anunciam um estudo exploratório para investigar o papel da imunidade celular na evolução da infecção pelo SARS-CoV-2. 

Liderada pelas infectologistas Lígia Pierrotti, da Dasa, e Cristhieni Rodrigues, do Hospital Santa Paula, a pesquisa avaliará o impacto da imunidade celular em 50 pacientes com diagnóstico de Covid-19, que apresentam os principais desfechos da doença: entrada em unidade de terapia intensiva, necessidade da ventilação mecânica e óbito. 

O estudo será feito pelo teste QuantiFERON, que avalia a resposta celular específica ao SARS-CoV2, semelhante aos testes já utilizados na rotina clínica para Tuberculose e Citomegalovirus. A partir da observação do perfil e da intensidade da imunidade celular de cada participante, as pesquisadoras vão correlacionar este dado com o prognóstico e desfecho de cada paciente. Lígia Pierrotti explica que o objetivo é identificar possíveis marcadores da imunidade celular com melhor ou pior evolução dos pacientes.  

O grande desafio é justamente identificar quem são os pacientes com potencial de desenvolver a Covid-19 de forma mais grave. Isso porque a grande maioria dos portadores da doença evoluem sem complicações e, mesmo entre os hospitalizados, há uma prevalência alta daqueles que não precisarão de terapia com oxigênio, ou que precisam, mas não terão a necessidade de serem internado em UTI. Apenas uma minoria dos contaminados evolui para as formas mais graves da Covid-19 e óbito. Com a pesquisa, a proposta é ajudar a responder, por meio da análise de imunidade celular, o que distingue esses pacientes.   

Também no contexto da imunidade celular, a Dasa, em parceria com a Unifesp, está desenhando uma pesquisa que visa responder qual é o papel da imunidade celular pós-vacina contra Covid-19. Como essa imunidade ocorre e como é possível quantificá-la também serão metas do projeto que está em delineamento entre as duas Instituições. 

3 coisas que você pode notar no seu corpo ao incluir leite vegetal no cardápio



Os leites vegetais costumam fazer parte da dieta de quem possui algum tipo de restrição alimentar ou é adepto ao veganismo, um estilo de vida que tem crescido e ganhado muitos adeptos no país. Existem muitas opções disponíveis, como o leite de castanha de caju, amêndoas, coco e variações de um sabor com outro. Confira a seguir alguns benefícios que podem ser sentidos ao incluí-los na sua alimentação. As dicas são da Foodtech Possible® que chegou para democratizar o consumo das bebidas ao oferecer orgânico que respeite a cadeia produtiva, o meio ambiente e a saúde do consumidor. 

Redução de acnes

Pode reduzir a acne a reações alérgicas na pele. Muitas pessoas são sensíveis ao leite de vaca e a pele pode sofrer alterações como o excesso de oleosidade, urticária, dermatite, inchaço, coceira e outros. 

Evolução na digestão

Você se sente mais leve, com a digestão mais fácil, sem peso no estômago, e com a redução da formação de gases e estufamento.

Melhora em problemas alérgico

Pode reduzir a rinite alérgica, sinusite e coriza. Para quem não sabe, a alergia leve ou severa ao leite pode causar sintomas respiratórios.  

O leite Possible está disponível na versão Original feita com água, açúcar demerara orgânico, castanha de caju orgânica, carbonato de cálcio, sal marinho, espessante goma guar e aromas naturais; e Chocolate elaborado com  água, açúcar demerara orgânico, castanha de caju orgânica, cacau, carbonato de cálcio, sal marinho, espessante goma guar e aromas naturais. Todos os ingredientes utilizados são orgânicos e de fontes naturais, além de serem fortificados com cálcio para atender as demandas nutricionais de quem está fazendo a transição da bebida de origem animal para a vegetal. Os dois sabores também são livres de glúten.

Você sabe mesmo qual a melhor forma de caridade?

A caridade do autoconhecimento



A caridade é uma virtude muito prestigiada por todos. Isso porque, uma pessoa caridosa entende que o poder que ela tem na sua vida pode ser usado para ajudar o próximo, de uma maneira que tanto ela, como centro da sua vivência, como o outro podem aproveitar as belezas que a vida oferece. Ser caridoso, entretanto, não é apenas doar algumas roupas ou alimentos em determinadas épocas do ano.

Segundo o assessor de autoconhecimento , João Gonsalves, a melhor das caridades é aquela que “estimula a independência de consciência da pessoa”. Em outras palavras, uma caridade efetiva e que se torna mais do que apenas um ato isolado, mas sim algo duradouro e que muda a vida da pessoa, acontece somente por meio da propagação do conhecimento, a saber, o autoconhecimento.

Ser caridoso é mais do que apenas dividir, mas sim oportunizar formas da pessoa poder viver da melhor forma possível. Por isso, por meio da autosofia, técnica de autoconhecimento desenvolvida por João Gonsalves, as pessoas têm acesso a um mundo, até então desconhecido, que permite uma maior compreensão sobre a vida, a realidade e sobre as suas decisões e atitudes.

“A autosofia emancipa as pessoas, de modo a torná-las donas da própria vida”, afirma o criador da técnica. Desse modo, mais do que apenas uma caridade momentânea, propagar essa técnica e fazer as pessoas reconhecerem que são elas que criam a sua realidade, é fazer com que ela tenha a possibilidade de uma vida toda de felicidade e plenitude.
Com anos de estudo intensivo, o assessor de autoconhecimento conseguiu entender que “a caridade é uma dádiva que utilizamos e que pode transformar vidas”. Assim, mostrar ao mundo que eles também podem ser donos das suas próprias realidades é algo possível de executar e que causa um resultado positivo enorme na vida do presenteado.

Cafeína para atletas e para os estudos? Descubra como um suplemento natural pode melhorar o seu desempenho



O UltraCoffee da linha Plant Power SuperFoods desenvolvido pela A Tal da Castanha apresenta alto efeito termogênico: os TCMs + cafeína associados ao chá verde, gengibre, canela, cacau e pimenta caiena atuam de forma sinérgica, estimulando um maior gasto energético, auxiliando na entrada de combustível nas células, aumentando a temperatura corporal e, consequentemente, otimizando o metabolismo e a queima de gordura.

Sua alta carga de antioxidantes, combate a ação dos radicais livres gerados em excesso durante a prática esportiva e que podem prejudicar a performance e a recuperação a longo prazo, o que contribui para uma melhora do desempenho durante os treinos.

Ele também serve para quem precisa passar algumas horas estudando e sente muito sono. A dose ultra de cafeína vai te estimular um estado de alerta e atenção, e nossa fonte de energia ultrarrápida + vitaminas do complexo B + colina à energia cerebral que você precisa para um boost cognitivo.

Por se tratar de um produto novo, as dúvidas estão surgindo. Por isso reunimos as cinco dúvidas mais comuns de consumo. Confira. 

Quantas doses são indicadas por dia?

Entre 1 e 2, pois o limite de cafeína sugerido a um adulto é de 200mg por dia e cada scoop de UltraCoffee tem 100mg de cafeína. Na dúvida, consulte sempre um especialista ou nutricionista para entender melhor o contexto e informar sobre a dose indicada.

Pode consumir com outros alimentos?

Depende do seu objetivo, se você deseja ter todos os benefícios efetivos do produto, como energia super rápida através do TCM, o indicado é tomar apenas o suplemento natural com água. Se quer uma absorção mais lenta, a dica é consumir com leite vegetal Barista em uma refeição como o café da manhã ou lanche.

Posso consumir o produto com café junto?

Não indicamos, porém cada pessoa tem uma sensibilidade e tolerância diferente à cafeína em si. Como suplemento, é indicado o consumo máximo de 200mg de cafeína, o equivalente a dois scoops do UltraCoffee.

 É adoçado?

Sim, é adoçado com strévia, um adoçante 100% natural. 

Tem lactose?

Não, é um produto vegano e 100% natural. 

Risco de trombose relacionada à COVID-19 pode ser bem maior do que pela vacinação

Especialista explica a relação entre a infecção e formação de trombos e porque a vacinação é o melhor caminho

Um recente estudo, conduzido pela Universidade de Oxford, demonstrou que os riscos de desenvolvimento de trombose como consequência de uma infecção por COVID-19 podem ser de oito a dez vezes superior aos casos decorrentes de vacinas. A conclusão da pesquisa “Trombose Venosa Cerebral e Trombose da Veia Porta: Um Estudo de Coorte Retrospectivo de 537.913 Casos de Covid-19” (em livre tradução) vem ao encontro de relatos raros de trombose após a imunização por vacinas de vetor viral, como a Janssen e AstraZeneca.  

As tromboses induzidas por vacinas contra o coronavírus tendem a atingir vasos não usualmente envolvidos pelas tromboses de forma geral, como veias cerebrais e de órgãos, como baço e fígado. “Essas não são as tromboses que a gente normalmente vê no dia a dia. Os casos mais comuns acontecem em veias das pernas e braços, por conta do uso de hormônios, obesidade, inatividade, situações específicas como a gestação e o puerpério, câncer ou alguma predisposição genética, conhecida como trombofilia. Casos envolvendo vasos cerebrais e viscerais são raros”, esclarece o Dr. Marcelo Melzer Teruchkin, cirurgião vascular do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, e membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) e da Sociedade Brasileira de Trombose e Hemostasia (SBTH). Os casos de trombose associada à vacina geralmente ocorrem entre cinco e 20 dias após o uso da primeira dose, com maior frequência em mulheres abaixo dos 55 anos e sem comorbidades importantes.  

“Inicialmente essas tromboses, denominadas VITT (trombose e trombocitopenia induzidas por vacina, em livre tradução do inglês), eram tratadas com o medicamento padrão chamado heparina. Infelizmente, os pacientes apresentavam uma piora na evolução do quadro, com queda do número de plaquetas e até a morte” explica o doutor Marcelo. “Atualmente, temos maior conhecimento desse evento adverso raro e usamos um tratamento alternativo com imunoglobulina, corticoides e anticoagulantes não heparínicos, o que melhorou muito a prognóstico dos casos. O tratamento está bem mais eficiente”. 

Ainda não se sabe ao certo o motivo da relação entre algumas vacinas da COVID-19 e a formação de coágulos de sangue, que podem evoluir para tromboses. No entanto, o que os estudos demonstram é que a incidência desse quadro pode variar entre um caso para 125 mil vacinados até um caso para 1 milhão de vacinados. Por outro lado, o risco de trombose por COVID-19 é em média 16,5 casos a cada 100 infectados com quadro em estágio inflamatório – um risco muito superior do que aquele causado pela vacina. 

O médico relata que essas vacinas específicas são desenvolvidas a partir de adenovírus de macacos ou humanos que não nos acarretam infecção. “A vacina insere o adenovírus no organismo humano juntamente com uma pequena partícula do vírus da COVID. Isso faz com que o sistema imunológico interprete essa composição como algo estranho e passe a produzir anticorpos – tudo sem expor o organismo saudável ao risco de uma infecção”, completa. Além dos anticorpos, após duas ou três semanas, também passamos a produzir células de memória, que irão cuidar de possíveis infecções futuras. “É como um aprendizado. Depois de entender como lutar contra o vírus pela primeira vez, o sistema imunológico entende o processo e passa a reproduzi-lo”. E o médico reforça: “A proteção gerada pelas vacinas é bem mais eficiente do que a provocada pela exposição ao vírus, em um caso de infecção pela COVID”.  

Relação entre a COVID-19 e a trombose 

A infecção causada pela COVID-19 não afeta somente os pulmões, mas também pode comprometer a camada interna da parede dos vasos sanguíneos. “Essa parte, chamada de endotélio, é uma das responsáveis por não permitir que o sangue coagule. Nesse caso, se o vírus danifica essa estrutura, o deixa mais propenso à formação de trombo”, explica Dr. Marcelo.  

A relação entre a COVID-19 e a presença de tromboses gerou, no meio médico, discussões, não somente acerca das consequências da infecção, mas também sobre qual seria o tratamento mais adequado. Isso porque o paciente infectado além de apresentar risco aumentado de trombose, também tem risco de sangramento. “Até o momento, um paciente com diagnóstico de infecção pelo coronavírus que necessita de internação deve receber medicação anticoagulante com objetivos de prevenir ou tratar eventos trombóticos” afirma Marcelo. “A cada mês, novos estudos são lançados e novos paradigmas quebrados, então se você tem alguma duvida em relação aos riscos e benefícios da vacinação contra a COVID -19, entre em contato com seu médico ou serviço de saúde”, fina

Novo posicionamento no mercado de beleza e bem-estar

MedBeauty apresenta novo posicionamento no mercado de beleza e bem-estar



Alinhada com as principais tendências mundiais, empresa referência no mercado de saúde e estética está de cara nova e apresenta sua história para o consumidor final, que busca procedimentos menos invasivos e resultados mais naturais

“Naturalmente beauty, definitivamente tech”. Essa frase significa muito mais do que a nova assinatura da marca MedBeauty, que se consagrou entre os cirurgiões plásticos, dermatologistas e dentistas através da sua principal linha de produtos, os Fios de PDO i-Thread, alternativa inovadora para tratamentos estéticos faciais e corporais. A nova assinatura reflete o que a empresa oferece – realçar a beleza natural que existe em cada um – e o modo como faz isso – através de produtos e procedimentos que aplicam o que existe de mais inovador e tecnológico na dermatologia estética. O novo posicionamento reflete o desejo de estar cada vez mais próximo do paciente e entender suas reais necessidades. Significa o encontro da naturalidade, da beleza e da durabilidade dos resultados, a partir do uso de tecnologias inovadoras.

Decidida a atualizar sua imagem e torná-la condizente com o seu novo momento, a empresa contratou a consultoria de estratégia The Startup Toolbox para realizar um processo de rebranding. As etapas foram muitas e bem minuciosas. Após uma profunda pesquisa sobre as tendências mundiais na área de saúde, beleza e bem-estar, foi feito um mergulho na MedBeauty para compreender sua história, essência, cultura, princípios e forças. Entrevistas com o fundador e CEO, Pedro Miguel, apontaram o futuro, com objetivos ousados de expansão nacional e internacional, um pipeline de lançamento de produtos inovadores e a abertura de novas unidades de negócio. Um minucioso estudo de mercado mostrou as oportunidades. Uma pesquisa em profundidade com profissionais de saúde indicou suas expectativas como clientes, e outra com pacientes permitiu a compreensão dos seus receios e desejos no que toca a beleza e bem-estar. A partir daí, a consultoria teve o desafio de criar um direcionamento estratégico que refletisse o encontro entre o que os clientes e pacientes esperam e o que a empresa pode oferecer de melhor para atender essas necessidades. “A construção do reposicionamento e da estratégia foi direcionada para uma nova visão da beleza como parte de um conceito mais amplo de bem-estar e como fruto de plenitude, felicidade e prosperidade na vida das pessoas. Tudo isso aliado à inovação e tecnologia como facilitadoras desse processo”, explica Camila Cusatis, sócia da The Startup Toolbox.

Para tangibilizar o novo posicionamento, a The StartupToolbox trabalhou em conjunto com a Id - uma boutique de design formada por especialistas em construir valor de marca através do design e da comunicação. “Nosso principal objetivo foi tornar a marca mais simples, natural e leve, para alinhar a MedBeauty com o futuro que a empresa vislumbra, onde o bem-estar é o que realmente importa. Buscamos suavizar e conectar as cores e os elementos gráficos com a naturalidade da marca”, explica Sandra Cameira, sócia da Id.


Outro ponto importante da nova imagem foi rever a comunicação. A empresa adotou o uso de modelos que representam as mulheres reais, com as quais suas pacientes se identificam. “Em nossa pesquisa percebemos que existe nesse mercado uma tendência de usar modelos de aparência perfeita, com as feições sérias, para evitar que se vejam rugas e marcas de expressão. Nós vamos na contramão dessa tendência, mostrando mulheres de todas as idades e etnias, sorrindo, cheias de autoestima e refletindo o contentamento delas com os resultados dos nossos procedimentos. Não apagamos os sinais do tempo, pois eles fazem parte da beleza de cada um, e que a MedBeauty valoriza acima de tudo”, completa Sandra.


Saúde capilar: o teste de mecha ainda é necessário nos dias atuais?



Com tantas opções de produtos desenvolvidos com alta tecnologia, tricologista explica a importância do teste de mecha para evitar danos nos cabelos e couro cabeludo

Empresas, mídia e salões propagam diariamente procedimentos novos que visam modificar a estrutura capilar, seja através da alteração da cor dos fios ou pela mudança de sua forma lisa, ondulada ou crespa. Com isto temos no mercado produtos que nos fazem ir contra as programações genéticas que antigamente pareciam nos ter sido impostas. A mudança nos cabelos se tornou algo comum nos dias atuais.

“Se há esse lado bom na autonomia para proporcionar mudanças no visual, em contrapartida, existem os riscos da exposição dos fios a procedimentos que não são capazes de suportar e que, na maioria dos casos, são evitáveis”.

Quem afirma é o médico e tricologsita Dr Ademir Leite Junior. O especialista explica os impactos negativos da falta do protocolo conhecido como o teste de mecha quem, mesmo com o avanço no desenvolvimento de produtos para transformação capilar, não pode ser negligenciado nos salões de cabelereiro.

Dr Ademir descreve como o procedimento é simples: “Teste da mecha é o nome dado ao procedimento que deveria preceder qualquer aplicação de produtos químicos nos cabelos. Serve para avaliar, em uma mecha, se os cabelos que serão tratados conseguem suportar um procedimento como o que será realizado em todo cabelo. A ideia é a de pegar uma mecha de cabelo e realizar o procedimento apenas nela cerca de dois a três dias antes de aplicar o produto em todos os fios”.

Para quais tipos de cabelos o teste de mecha é necessário?

Segundo Dr Ademir, “é fato que existem cabelos mais fortes e mais fracos. Temos os cabelos mais sensíveis que sofrem com o clima ou situações externas (sol e água de piscina, por exemplo), e ainda os que já passaram por químicas em maior ou menor proporções”.

Para o tricologista, deixar de fazer o teste da mecha, confiando apenas na aparência que o cabelo apresenta ou na textura que o profissional identifica representa correr riscos que são evitáveis. “Apesar de ser importante o teste da mecha é pouco realizado. Em parte, porque os clientes sempre chegam pensando em fazer o procedimento de uma vez sem verificar se seus cabelos estão em condições para tanto. Soma-se o fato de que a concorrência do mercado faz com que os profissionais optem por correr o risco a perder o cliente para um outro concorrente que faria o procedimento sem o teste prévio”.

Produtos químicos capilares são sempre perigosos?

“Parece ser óbvio que nenhuma marca que se preze colocaria um produto no mercado para vitimar com danos os seus possíveis usuários. Apesar disto, não é fato infrequente encontrarmos vítimas de produtos químicos de uso capilar.

Mas a resposta é não. Perigoso não é o produto químico em si (com as devidas exceções dos proibidos pelas entidades de saúde, em nosso caso a ANVISA), mas a associação destes a cabelos que não tenham condições de suportá-los”,defende o médico.

Ele complementa: “Sabendo disso, quais dos cabelos citados poderiam receber químicas sem sofrer danos? Para esta pergunta a resposta é simples: todos ou nenhum deles. Se esta afirmação acabou sendo motivo de espanto é porque você nunca fez ou não conhece o teste da mecha”.

Assim como a moda, a estética capilar que inclui as transformações nos fios é dinâmica e rica em referências e possibilidades. Então, o teste da mecha não deveria ser visto como um impeditivo para mudanças desejadas pelos clientes e cabelereiros, ao contrário, é uma ferramenta de análise que abre caminho para a criatividade e para a manutenção da saúde capilar no momento em que se diagnostica a possibilidade ou não de realizar um procedimento.
Talvez esteja justamente na aplicação dessas ferramentas de análise e em argumentos corretos com o cliente a chave para o profissional se diferenciar e conquistar a confiança e fidelidade de quem senta diante do espelho para mudar os cabelos.

“Valorizo o conhecimento de muitos profissionais que reconhecem um cabelo forte, sabem a qualidade dos produtos que usam e dominam bem as técnicas de aplicação. Estes quase nunca enfrentam problemas com seus clientes porque têm bom senso e experiência, fazendo o teste da mecha quando acreditam ser necessário. Lembrando que segurança é algo que não tem preço” finaliza Dr Ademir Leite Junior.


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